sábado, 3 de junho de 2017
Onde estamos? Para onde vamos?
Demonstra-se no dia a dia da política uma necessidade de uma reengenharia nacional, de uma arquitetura pessoal - claro que esta SÓ PODE VIR PELA EDUCAÇÃO QUE LEVARÁ À CONSTRUÇÃO DA CULTURA - pois, do jeito que as coisas vão, o tecido social se esgarça a olhos vistos.
Instituições falidas e rejeitadas, uma sucessão inacreditável de crimes e safadezas perpetradas por "autoridades" que são obrigadas a ter como mandamento primeiro a ética e a moral consequente em primeiro lugar sempre, pessoas que seriam os bastiões da brasilidade e do conhecimento que se conseguiu construir com os expoentes de todas as áreas, dando declarações, se bem que amparadas em seus direitos pessoais, que só ajudam a esgarçar ainda mais o tecido social, deixando que a sociedade vá se esvaindo aos poucos em seus pilares e se ofereça, qual prostituta - com o respeito devido a ela - à sanha de interesses inconfessáveis e crescentes, como se CONSTATA HOJE EM DIA.
É isso mesmo o que queremos deixar para filhos e netos, quem os tem, de herança? Incerteza, desesperança, viver numa pocilga moral, intelectual, de sobrevida não garantida posto que bandidos de toda espécie estão ponteando a vida nacional?
Estamos muito próximos - e, veja-se, não parece que seja apenas um "privilégio" do Brasil e de nós brasileiros - de um ponto de ruptura (ou será que já passamos dele e não sentimos?) pois, a humanidade, mesmo nos países mais desenvolvidos nestes tempos de "pós-verdade" (sic) está sem rumo nem, muito menos, capitão.
Há décadas que não se tem líderes de envergadura, variando apenas o tamanho e a fama de várias marionetes por ai....
E isso, é péssimo sinal, péssimo preditor de futuro.
Fukuyama, desenvolvendo a colocações de Hegel, estaria certo e já passamos do ponto do fim da história?
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